Agenda 43
• INCENTIVOS AO REFLORESTAMENTO, AO USO SUSTENTÁVEL
ÁGUAE ÀDESPOLUIÇÃO DOS RIOS
33- Criar e estimular projetos de Reflorestamento das áreas desmatadas do RS, com árvores nativas
Estima-se que reste menos de 5 % da mata nativa do Rio Grande do Sul, o que vem a ser um fator importante no desequilíbrio climático da região. (Veja a foto do satélite)
Para a recuperação climática do Rio Grande do Sul, é necessário que sejam promovidos pelo Estado e estimulada toda a sociedade a participar de projetos de Reflorestamento, que restauresm no que for possível as condiçõesas condições da mata nativa da região. O Reflorestamento do Estado não pode se basear apenas em projetos de exploração econômica, tais como o do eucalipto utilizado por indústrias de celulose. Tais empreendimentos econômicos podem ser úteis no florestamento de regiões desérticas do extremo sul do RS – cuja localização geográfica não era propícia às matas nativas – mas nãio contemplam o conjunto das necessidades ambientais do nosso território. Amonocultura de eucaliptus e pinus gera perda da variedade genéitica de plantas e animais, redução da biodiversidade, além da contaminação das águas e surgimento de pragas resistentes aos produtos químicos usados em tais projetos comerciais.
34- Estabelecer políticas e leis para o Uso Sustentável da Água no RS, de modo a prevenir escassez futura
Da preservação depende o futuro do abastecimento de água potável para a população naspróximas décadas; há quem preveja guerras pela água (ao invés de por petróleo), por esgotamento da água doce.
35- Criar alternativas viáveis para impasses da Despoluição do Guaíba e dos rios do RS
A eficácia do Projeto Pró-Guaíba e da despoluição dos rios do RS tem de ser monitorada pelos órgãos públicos e por toda a sociedade, criando-se alternativas para os obstáculos existentes na despoluição.
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